Quando procuram uma escola para os filhos, pais e responsáveis buscam muito além de um espaço para o aprendizado: precisam contar com profissionais que auxiliem na condução pedagógica, emocional e física de crianças e adolescentes. Para isso, o papel dos profissionais é fundamental, dispondo de diversas especialidades que atendem às demandas de cada fase e auxiliam com a melhor condução.

Na Educação Infantil e nos Ensinos Fundamental 1, 2 e Médio, o Colégio GGE conta com equipes multidisciplinares que atuam preventiva e pontualmente, dentro e fora de sala de aula. “Essa gama de profissionais nos permite atender a diversas demandas. O professor é essencial, costumo dizer que ele está no palco, e os demais profissionais, nos bastidores. Bastidores, aliás, que são essenciais para dar o suporte necessário”, comenta a diretora pedagógica da Educação Infantil e do Ensino Fundamental 1, Anabelle Veloso. Normalmente, é o professor quem aponta uma necessidade e o profissional específico – nutricionista, psicólogo, fonoaudiólogo – vai dar o suporte que a situação exige.

Gestor pedagógico dos Ensinos Fundamental 2 e Médio do GGE, Tayguara Velozo detalha que as várias especialidades oferecidas pelas equipes são um diferencial para que alunos e famílias sejam bem atendidos. “Essa ‘teia’ atende aos pais, apoia o professor, que é o especialista que está dentro de sala de aula, e tudo visa atender a uma demanda que enriquece a formação do aluno”. Como gestor pedagógico, Velozo é o especialista que conduz o trabalho com toda a equipe. Ao seu lado, o coordenador pedagógico atua nas demandas exclusivas de cada série. Há ainda o setor de psicologia, que acompanha o processo emocional, fundamental para a aprendizagem, e o coordenador formativo. “Este não é tão comum em outras instituições. É exclusivo para cuidar da parte comportamental, disciplinar e da rotina e hábitos dos alunos”, detalha.

Em todas as fases, a escola precisa se manter próxima da família. Para os menores, as reuniões semanais internas servem para discutir casos e trocar informações. “Assim, convidamos os responsáveis e, com eles, decidimos como será a atuação, dentro e fora da sala de aula. O complemento dessas visões é realmente algo muito importante porque a uniformidade dos discursos, na escola e em casa, dá mais segurança à criança”, explica Anabelle.

Para os mais velhos, o trabalho em equipe deve continuar. “Costumamos nos antecipar, não acumular problemas. Às vezes isso gera estranhamento dos pais, que nos questionam: ‘só aconteceu uma vez e vocês já nos chamaram?’, mas defendemos que essa participação é importante, os pais devem ficar a par”, completa Tayguara. E o processo inclui o comportamento dos alunos e o desempenho nas atividades escolares. Para este, o plantão pedagógico é a ferramenta aplicada: serve para que os profissionais de ensino apontem os resultados e, se for o caso, sugiram orientações para que eventuais problemas sejam sanados.

Problemas familiares são da escola também

A servidora pública Maria Helena Oliveira se diz 100% satisfeita com a escola que escolheu para os filhos Maria Fernanda e Gustavo, que cursam o 3° e o 5° ano do Ensino Fundamental do Colégio GGE. Segundo a mãe, os profissionais são atentos integralmente aos alunos, um cuidado que vai do aprendizado ao emocional.

Quando as crianças passaram pela separação dos pais, Helena não comunicou à escola, mas a mudança sutil no comportamento de Gustavo chamou atenção da professora, que acionou o setor de psicologia do GGE. “Tenho plena confiança porque a escola sempre deu apoio pedagógico, que foi o primeiro ponto da escolha, mas lá estando, meus filhos receberam um apoio maior. Quando me separei, tive total respaldo da escola”, conta Helena. Detectado o motivo que fez Gustavo mudar de comportamento, a equipe psicopedagógica fez todo o acompanhamento e o menino não precisou de ajudas externas: família e escola deram conta da questão.

Mas os detalhes também contam na satisfação da mãe. “Quando vou deixar meus filhos na escola, vejo que até os porteiros os chamam pelos nomes. A diretora deles está na porta, os recebendo também. Tenho acesso ao dia a dia deles, ao boletim. A escola é 100% presente e eu me sinto 100% segura”, diz a mãe de Maria Fernanda e Gustavo.

Fonte: NE10