Meu filho não sabe perder. E agora?

Como ensinar as crianças a lidarem com a derrota

Todos sabem que perder não é o fim do mundo. Mas saber é uma coisa, aceitar é outra história. Principalmente, quando se trata de criança. O gostinho da vitória, em qualquer idade é um sentimento indescritível. Mas até onde isso é prejudicial quando não se aceita outro resultado diferente de ganhar – seja nas competições esportivas, nos jogos corporativos, nas maratonas de forma geral ou em qualquer outra situação?

No mundo competitivo, quanto antes as crianças aprenderem a lidar com as vitórias e derrotas, mais cedo estarão preparadas para enfrentar os desafios da vida. Para Kelly Barbosa, coordenadora de Educação Física e Esportes do Colégio GGE, a questão é vista de uma forma bastante saudável e cuidadosa.

“Acreditamos que perder faz parte do aprendizado no âmbito esportivo, onde frustrações e derrotas podem ser uma ferramenta muito útil no ensinamento de valores para a vida adulta dos nossos alunos”, afirma.

No Colégio GGE, da Educação Infantil ao Ensino Médio, existe um programa de ensino adequado para cada fase do aluno. São utilizadas diferentes formas de processos de aprendizagem, como o projeto pedagógico “Festival Esportivo“, dividido em jogos cooperativos para turmas do Ensino Fundamental 1 e jogos competitivos para Ensino Fundamental 2 e Médio. Tendo os jogos cooperativos o objetivo de trabalhar conceitos de união, amizade, cooperação e respeito mútuo, valores que são imprescindíveis para a formação do aluno tanto na derrota quanto na vitória.

De acordo com Kelly Barbosa, o Colégio trabalha com um programa de ensino que dá suporte para que, a cada unidade pedagógica, possam ser aplicados os conceitos de ganhar ou perder. Ela cita como exemplo um projeto pedagógico do Infantil 4: “Ganhar não é tudo!”. “Por se tratar de uma idade em que o “eu interior” é muito resistente nas crianças, os alunos vivenciam por meio de atividades lúdicas, a experiência de jogar com o outro e que o essencial é se divertir e aprender”, explica.

O assunto não se limita apenas ao ambiente escolar. Para ela, existe algo super importante que deve ser sempre tratado em casa, que é o incentivo contínuo à prática salutar nos esportes.

“O esporte e a participação em competições trazem valores que agregam para a vida socioafetiva e emocional do seu filho. A não cobrança excessiva pela da vitória e a presença da família nesses momentos, também é primordial nessa orientação”, pontua.

Ter a presença dos pais nos ambientes em que se é praticado o esporte, faz toda diferença na relação familiar e na fomentação da educação.

O Colégio GGE está sempre estimulando e propondo atividades aos alunos, tanto nas aulas de educação física, quanto no Programa Esportivo, onde eles podem lidar com as frustrações, vitórias e derrotas da melhor maneira possível. Sempre com a família dando o suporte necessário para a construção do aprendizado.

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