Como fica o ensino após um ano de pandemia?

As experiências na área da educação trouxeram algumas inovações e ferramentas tecnológicas positivas que prometem continuar

Em meados de março do ano passado, o agravamento da pandemia em todo país alterou a dinâmica de ensino das escolas. Devido ao isolamento social, os alunos começaram a ter aulas online e tiveram que se adaptar à nova rotina.

Esta mudança não afetou apenas os estudantes, os professores também tiveram que se adaptar à nova forma de trabalho para manter o aprendizado de seus alunos. Entretanto, como todos foram pegos de surpresa, tanto alunos como professores tiveram que se adaptar ao sistema remoto e aprender a dominar esta tecnologia de maneira rápida, para continuar as demandas diárias.

Um case que ficou bastante famoso, foi o da professora do Colégio GGE, Débora Meneguetti, que estava com dificuldades de dar sua aula online, ficou nervosa e uma aluna demonstrou um grande carinho e compreensão através das redes sociais, fazendo com que a situação viralizasse.

Assim como a professora Débora, vários outros professores tiveram que encontrar formas para continuar lecionando. E após um ano de pandemia, tiveram várias experiências positivas e com novas possibilidades para melhorar ainda mais o ensino.

“Nós, professores, tivemos que nos reinventar durante a pandemia e a dificuldade que eu tive no início das aulas remotas serviu para me motivar a correr atrás de aprender mais sobre a tecnologia e como utilizar para dar aula. Tive que sair da minha zona de conforto e fui aprender a utilizar os novos recursos não apenas para dar aula, mas para torná-las mais interessantes, para que meus alunos que estavam do outro lado da tela ficassem motivados e empolgados com as minhas aulas”, relatou a professora do GGE.

Mesmo com a pandemia iniciando a fase de ser controlada, com a chegada vacina, o Colégio ainda está trabalhando em formato híbrido, com aulas presenciais e remotas. Porém, esta metodologia já faz parte de um planejamento organizado pela equipe do Colégio GGE, que descobriu, num momento difícil, uma maneira de transformar em algo positivo e ofertar mais ferramentas para garantir a qualidade do ensino, independente do formato.

“Hoje posso dizer que foi uma oportunidade de me atualizar e começar a utilizar os diversos produtos tecnológicos que estão disponíveis e que, em outro momento, eu não teria chance de me especializar. Os estudantes já são totalmente informatizados, já dominam a tecnologia e se interessam por esta área. Esta mudança me fez entender que, mesmo com o fim da pandemia, algumas metodologias vieram para ficar e eu fico muito feliz em ter ultrapassado esta fronteira e perceber que, mesmo com tantas dificuldades, somos capazes de nos reinventarmos e mostrarmos que, o que quer que aconteça, os professores vão estar com seus alunos. Já troquei meu computador jurássico por um notebook de última geração e estou adquirindo um tablete com caneta para incrementar ainda mais minhas aulas”, finalizou a Débora.

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