Alfabetização: como estimular o aprendizado de forma lúdica?

Em forma de brincadeira, o Projeto Soletrando do Colégio GGE estimula o conhecimento da grafia correta das palavras

Uma das principais etapas da educação básica acontece logo na Educação Infantil com o processo de alfabetização. Normalmente, é por volta dos seis anos de idade que os pequenos dão início a essa etapa de formação onde se desenvolve a habilidade de ler e escrever, concluindo a fase mais importante do desenvolvimento escolar na infância. Mas, para alcançar êxito nesse processo é preciso que as instituições de ensino se utilizem da característica mais marcante desse período da vida: a brincadeira.

No Colégio GGE, que tem unidades em Caruaru, João Pessoa e na Região Metropolitana do Recife, um projeto tem envolvido a criançada na hora de alfabetizar.

“Nós criamos uma temática e dela extraímos palavras e geramos uma brincadeira para que as crianças se interessem pela forma como essas palavras são escritas e faladas. São feitas seletivas nas turmas e identificamos aqueles alunos que apresentam melhor desempenho na soletração para participação de uma competição final.  Trata-se de uma competição, mas o que queremos estimular é a preparação para participar desse momento”, explica a  gestora pedagógica Anabelle Veloso. 

O objetivo também não é competir com o interesse natural da criança de brincar e sim adotá-lo como ferramenta para auxiliá-la a entender a grafia e a pronúncia correta das palavras. “Os alunos se apropriam de palavras novas para o vocabulário deles e acabam aprendendo e assimilando algumas regras ortográficas por causa dessa brincadeira, então, de forma lúdica, eles começam a refletir sobre esse formato de escrita”, comenta a gestora pedagógica.

A didática apresentada de uma forma lúdica para os alunos GGE tem  facilitado o desenvolvimento da oralidade, da escrita e da leitura, que são aprendizados indispensáveis no processo de crescimento e evolução escolar dos pequenos e que, quando aprendidos da maneira correta, fazem a diferença no futuro.

A especialista explica ainda que o aprendizado como forma de brincadeira ajuda a criança também a lidar com alguns sentimentos relacionados ao novo, evitando, por exemplo, medo, receio ou cansaço, por se apresentar como uma brincadeira divertida.

“Não é apenas aprender para fazer uma atividade escolar, mas é brincar, divertir-se, tentar, errar e acertar, tudo de forma muito natural, então se torna mais prazeroso e mais fácil também para eles. É uma abordagem bem interessante e normalmente as crianças gostam muito e acabam de fato assimilando o conteúdo”, finalizou Anabelle Veloso. 

Confira como foram as edições anteriores do Soletrando

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